2 de dez de 2015

Do dia a dia ao terrorismo: atos violentos contra a mulher

"Recentemente, vi um parlamentar defendendo a ideia de a mulher ter o seu salário reduzido pelo fato de engravidar!"


Tinha que estourar...

As bombas que explodiram em Paris são reflexos de um tempo em que a paz passa longe. Este Natal será diferente para muitos.
As luzes não terão o mesmo brilho, porque a humanidade pouco tem pensado nos valores supremos anunciados pelo rabi da Galileia: amor, solidariedade, fraternidade, compreensão etc. O mundo assiste a estrondos que ecoam de todas as partes. Vivemos num tempo sem paz. Lamentável!

Assisti estarrecida à prática de terroristas do Estado Islâmico que capturam mulheres para atenderem aos seus apetites sexuais e, como escravas, são negociadas para eles obterem lucros com esse comércio. Em que mundo ou tempo vivemos?

As "barbáries" não ficam adstritas ao fundamentalismo de tantos. A violência contra a mulher é vista a cada esquina, e o inimaginável faz parte de nosso cotidiano.

Recentemente, vi um parlamentar defendendo a ideia de a mulher ter o seu salário reduzido pelo fato de engravidar! Atos insanos aqui e ali ainda surpreendem a mim e a tantas pessoas que preservam o senso de justiça e respeito à dignidade humana.

Se lhe parece exagero fazer a comparação que fiz entre as bombas e a ideia abjeta de redução do salário de uma mulher grávida, não esqueça que são os loucos no uso do poder que causaram e causam o mal à humanidade com as suas propostas e práticas absurdas.

As bombas continuarão estourando por toda parte, enquanto o silêncio de todos permitir.

Será que nem o barulho de tantos estouros vai despertar esse povo?

Pois é... Mas é Natal!
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