31 de mai de 2014

Os mimos que recebi de uma eleitora

Oi, gostaria de agradecer uma eleitora que me mandou esse mimo vou usar com todo carinho  o creme pra o corpo e desodorante , muito obrigada vivi , tudo de bom , Nelinha*


Meu filhote e suas traquinagens*

Samuka traquina acabou de quebra o tablet ele sempre faz isso agente fala meu pai diz tira dele mas eu fico com pena que ele gosta de jogar mas deixa cair eu brigo com ele agora deu pane eu que sou a culpada e não ele meu traquina só é uma criança fazendo traquinagens .Beijocas

Moda diária *

Kourtney Kardashian - Fashion Diaries Before After Adorei esse macacões estão voltando são mais práticos e serve para qualquer ocasião por  hoje a moda diária fica por aqui espero que tenham gostado da minha moda diária um grande abraço, Nelinha

Meu novo shampoo

  Comprei hoje pra testa no meus cabelos resolvi esse ano cuida mas dos meus cabelos pra crescer e deixa mais macios custou 3,90 e tem 500ml e um cheirinho muito gostoso eu gostei o preço foi bom e uma garrafinha dessa dura mas que esses shampoo que uso.

30 de mai de 2014

O que é Rinite alérgica?

A rinite alérgica é um conjunto de sintomas, principalmente no nariz e nos olhos, que ocorre quando você respira alguma substância que lhe dá alergia, como pó, pelo de animais ou pólen.
Este artigo tem como foco a rinite alérgica relacionada a desencadeadores de ambientes externos, como o pólen. Esse tipo de rinite alérgica é comumente chamada de febre do feno.
Para obter mais informações sobre outros tipos de alergia, consulte:

Causas

Um alérgeno é uma substância que desencadeia uma alergia. Quando uma pessoa com rinite alérgica respira um alérgeno, como pólen ou pó, o corpo libera substâncias químicas, incluindo a histamina. Isso causa sintomas alérgicos, como irritação, inchaço e produção de muco.
A febre do feno envolve uma reação alérgica ao pólen. (Uma reação parecida ocorre com a alergia a mofo, pelo de animais, poeira e outros alérgenos similares inalados.)
Os polens que causam a febre do feno variam dependendo da pessoa e da região. Os polens minúsculos e difíceis de enxergar causam a febre do feno com mais frequência. Exemplos de plantas normalmente responsáveis pela febre do feno:
  • Árvores (de folhagem sazonal ou permanente)
  • Gramíneas
  • Tasneira
A quantidade de pólen no ar é um fator determinante para o surgimento dos sintomas da febre do feno. Dias quentes, secos e com muito vento têm probabilidade maior de apresentar altas quantidades de pólen no ar do que dias frios, úmidos e chuvosos, quando quase todo o pólen vai ADAM

Exames

Seu médico realizará um exame físico e fará perguntas sobre os seus sintomas. O histórico dos sintomas é importante para diagnosticar a rinite alérgica, incluindo a variação ou não dos sintomas de acordo com o horário ou a estação e a exposição a animais ou a outros alérgenos.
O teste de alergias pode revelar substâncias específicas que desencadeiam os seus sintomas. O teste feito na pele é o método mais comum para testar as alergias.
Se o médico concluir que você não pode realizar o teste cutâneo, exames de sangue especiais poderão ajudar a efetuar o diagnóstico. Esses exames de sangue podem medir os níveis de substâncias específicas relacionadas a alergias, principalmente a imonuglobulina E (IgE).
Um hemograma completo, principalmente o exame de leucócitos eosinófilos, também pode ajudar a revelar alergias.

Como Fazer uma Boa Hidratação Capilar

A hidratação capilar serve para repor a umidade natural, nutrientes e queratina perdida. São tratamentos a base de queratina, proteínas, vitaminas, extrato de seda, óleos vegetais, ceramidas, silicone e lanolina.  A hidratação constante é uma grande aliada para manter os cabelos saudáveis, com brilho, sedosos e macios.
Dependendo das condições dos fios, ela deve ser feita toda semana, a cada 15 dias ou mensalmente.

Hidratação Capilar Caseira

A hidratação caseira é uma opção para quem não quer gastar muito. Ela se utiliza de alimentos do nosso dia-a-dia e muitas vezes o efeito é muito bom. Os alimentos devem estar sempre fresquinhos e utilizados logo após o preparo.
  • dificador e passar no cabelo, deixar agir por 20 minutos, em seguida lavar com xampu, enxaguar e passar condicionador para selar as cutículas.
  • Receita 2: ½ pote de iogurte original + ½ abacate + ½ cenoura. Bater no liquidificador e passar no cabelo, deixar agir por 20 minutos, em seguida lavar com xampu, enxaguar e passar condicionador para selar as cutículas.
  • Receita 3: ½ abacate + 2 colheres de óleo de amêndoa + 1 ampolinha de Arovit (vitamina A). Bater no liquidificador e passar no cabelo, deixar agir por 20 minutos, em seguida lavar com xampu, enxaguar e passar condicionador para selar as cutículas.
  • Receita 4: ½ mamão + ½ banana. Bater no liquidificador e passar no cabelo já lavado, deixar agir por 20 minutos, em seguida enxaguar, passar um condicionador nas pontas.Como Fazer uma Boa Hidratação Capilar

    Hidratação Capilar Profunda

    A hidratação profunda é a mais eficiente de todas, pois contempla nutrientes adicionais em relação aos outros tipos de hidratação. Para que uma hidratação seja 100% eficaz é necessário usar produtos de qualidade e seguir o procedimento correto.

    Modo de Fazer

    Higienização. Lavar o cabelo de preferência com um xampu anti-resíduo. As escamas dos fios irão se abrir para receber o creme. Após enxaguar, retire o excesso de água com uma toalha, e em seguida use um pouco o secador. Quanto mais seco o cabelo, melhor o produto será absorvido.
    Aplicação do creme. Separe em mechas e aplique em pequenas quantidades em todo o comprimento dos fios. Depois de espalhar no comprimento inteiro, massageie o fio, mecha por mecha. A massagem ajuda também na penetração do produto.
    Faça algum procedimento para aquecer os fios: pode ser com uma touca de alumínio, ou com uma toalha quente e úmida. Deixe o tempo recomendado pelo fabricante do produto escolhido.
    Depois de transcorrido o tempo, tire a touca de alumínio e aguarde mais 5 minutos para que o cabelo esfrie naturalmente.

29 de mai de 2014

Look para o dia dos namorados*

Foto: A ordem do momento é ser DIFERENTE. Bom dia. Marque seu namorado ou namorada em nossas publicações e ela/ele saberá o que você deseja ganhar no Dia Dos Namorados. #LORDBoutique #Look #Estilo #VouLinda #Voulindo #VoudeLORDBoutique #DDN #Colcci #CarmenSteffens #RaphaelSteffens.
Agradecimentos:
Modelos: Brígida Dantas e Rodrigo Fernandes
Fotos: Isac Torres
Estilo: Liana Vidal e Luana Moura
Cabelo: Salão L&D Estilo Hair, Danielle Vidal Lara Vidal.
Maquiagem: Brígida Dantas. Bom dia como dia dos namorados está chegando vou amostra algumas ideias pra você não esquecer de se inspirar e da aquele presente para pessoa amada ou quem não tiver namorado que fique a dica pra você mesma se da de presente*Foto: Duas palavras determinam nossa essência: originalidade e criatividade. Nascemos para ser uma empresa de moda, esta é a nossa estrela. Cada molécula de nosso DNA pulsa criatividade, sedução e jovialidade. Queremos surpreender sempre, sob uma atmosfera de muita positividade e superação. Este desejo é tão forte que nossa maior missão é permitir que você expresse sua personalidade através de nosso produto.
Pensamos em moda 24h por dia, moda com qualidade, moda acessível, moda para vários públicos e idades.
#LORDBoutique

#CamisaAdji #CalçaColcci #SapatênisRaphaelSteffens #BlusaColcci #SaiaLançaPerfume #SandáliaSportShoes

Agradecimentos:
Modelos: Brígida Dantas e Rodrigo Fernandes
Fotos: Isac Torres
Estilo: Liana Vidal e Luana Moura
Cabelo: Salão L&D Estilo Hair, Danielle Vidal Lara Vidal.
Maquiagem: Brígida Dantas
Edição de Imagem: Rodrigo Fernandes. Cada modelos mas bonito que o outro mas meu favorito é esse de cima que a modelo tá de vestido amarelo ficou super bonito esse look
Foto: Quando o look é lindo, a gente multiplica! Muito amor nesse short de franjas. Blusa Sweet kisses #iplovers #lançaperfume. Para Eles camisa #calvinklein  e short #adji #homemcomestilo #diadosnamorados #LORDBoutique Espero que tenham gostado da minha dica para os dias dos namorados de presente para pessoa que você gosta ela vai amar e você também que vocês tenham um dia dos namorados maravilhoso tudo de bom e que Deus proteja cada um de nós obrigada pela sua visita*

Hoje trago alguns modelos de look festa 2014*

Esse modelos de festa de arrasar são show de bola né trago hoje alguns modelos para festas espero que gostem e um belo dia de amor e alegria

28 de mai de 2014

Olá estou montando um albúm pro meu filhote para entrega a ele quando crescer *

Em primeiro lugar boa tarde e vim conta que estou montando um albúm pra meu traquina desde que ele era um bebê só não tenho quando eu era grávida que é uma pena então estou no meu face quem quiser conferir e me add é Danielle Dantas lá você me encontra e vê mas coisas e também apagando coisas velhas que pra mim não serve mas e guardando algumas pra revela para esse albúm vou da quando ele começar a entender nos 15 anos dele um presente para ele então , estou revelando desde dos meus bisavós até agora acho legal que ele conheça às origens dele uma bela vista e tudo de bom.

Esse tempo fica meio dificil pra fazer qualquer coisa da vontade de dormi*

  Esse tempinho não vontade de fazer nada só fica deitada ele nem foi para escola na hora um frio e chovendo ainda bem que está chegando as férias e essa copa se não perderia sua vaguinha mas esse frio ele aparece que alergia dele fica pior o nariz  e espirra esse que fosse assim outra crianças nem iria para escola mas da dó de levar ele acorda ele cedo de mais , mas depois desse férias sei que não pode ter colher de chá.

Entendendo os conflitos entre mães e filhos



Um dia, um exame de sangue, um resultado positivo e uma vida se transforma para sempre. Uma mulher tem adicionado à gama de papéis sociais que desempenha - namorada, esposa, filha, tia, madrinha, amiga - o papel de mãe. Em aproximadamente nove meses ela dará à luz outra vida, e deverá ter todas as respostas para perguntas que nunca lhe fizeram. Deverá saber decodificar choros e sorrisos, deverá aprender a observar, precisará desenvolver paciência e aceitar o fato de que pelos próximos anos, sua vida girará ao redor de outro ser. Será meio médica, meio psicóloga, meio professora, e tentará fazê-lo sem nunca perder a compostura. Deverá amar incondicionalmente a sua cria e esquecer dos próprios fantasmas e carências para dar o melhor de si na criação deste novo ser, que chega ao mundo sob sua responsabilidade. Tudo isso está implícito no papel de mãe. Mas como e quando surgiu tudo isso?

Algumas pessoas supõem que toda mulher nasce para ser mãe. Aprendemos que todas nascemos com o instinto maternal inscrito em nosso código genético e basta o surgimento de uma gravidez para que aquele instinto seja despertado e, com ele, entre em ação o manual de instruções da boa mãe. Neste manual encontramos, entre outras coisas, o mito do amor materno, sentimento puro e genuíno, que coloca a mãe acima de todas as coisas, e a leva a colocar o filho acima de todas as coisas. O mito do amor materno naturaliza e universaliza esse sentimento como inato à natureza humana, rejeitando sua verdadeira essência: a de sentimento humano e, como qualquer outro, incerto e frágil.


Um dia, um exame de sangue, um resultado positivo e uma vida se transforma para sempre. Uma mulher tem adicionado à gama de papéis sociais que desempenha - namorada, esposa, filha, tia, madrinha, amiga - o papel de mãe. Em aproximadamente nove meses ela dará à luz outra vida, e deverá ter todas as respostas para perguntas que nunca lhe fizeram. Deverá saber decodificar choros e sorrisos, deverá aprender a observar, precisará desenvolver paciência e aceitar o fato de que pelos próximos anos, sua vida girará ao redor de outro ser. Será meio médica, meio psicóloga, meio professora, e tentará fazê-lo sem nunca perder a compostura. Deverá amar incondicionalmente a sua cria e esquecer dos próprios fantasmas e carências para dar o melhor de si na criação deste novo ser, que chega ao mundo sob sua responsabilidade. Tudo isso está implícito no papel de mãe. Mas como e quando surgiu tudo isso?

Algumas pessoas supõem que toda mulher nasce para ser mãe. Aprendemos que todas nascemos com o instinto maternal inscrito em nosso código genético e basta o surgimento de uma gravidez para que aquele instinto seja despertado e, com ele, entre em ação o manual de instruções da boa mãe. Neste manual encontramos, entre outras coisas, o mito do amor materno, sentimento puro e genuíno, que coloca a mãe acima de todas as coisas, e a leva a colocar o filho acima de todas as coisas. O mito do amor materno naturaliza e universaliza esse sentimento como inato à natureza humana, rejeitando sua verdadeira essência: a de sentimento humano e, como qualquer outro, incerto e frágil.

O mito da maternidade

Como todo e qualquer mito, este também foi criado por uma necessidade social. Até o século XVIII, as crianças nascidas na França eram entregues pela mãe à ama, que se tornava responsável por sua sobrevivência física, suporte emocional e humanização. Mas, muitas vezes, a entrega às amas era um "infanticídio" disfarçado: as crianças eram perdidas para sempre e pouquíssimos pais recuperavam seus filhos algum dia.

No final do século XVIII, porém, o Estado percebeu que as crianças eram, potencialmente, uma riqueza econômica, pois, no futuro, movimentariam a economia, gerariam mão de obra e recursos, ajudando o Estado a se afirmar como potência. Foi neste momento que se instituiu o mito da maternidade como vocação instintiva das mulheres e da mãe como imaculada, sagrada e incondicional. Com o objetivo de interromper esta entrega das crianças às amas, o Estado criou uma mobilização social utilizando argumentos para convencer as mulheres de que ser mãe é inerente à sua natureza, exaltando os benefícios do exercício da maternidade e os malefícios quando se escolhe não exercê-la. Criou-se, então, uma ideia de que o exercício da maternidade exige da mulher sacrifício e reclusão, que ela deve desempenhar com amor e bravura.


Um dia, um exame de sangue, um resultado positivo e uma vida se transforma para sempre. Uma mulher tem adicionado à gama de papéis sociais que desempenha - namorada, esposa, filha, tia, madrinha, amiga - o papel de mãe. Em aproximadamente nove meses ela dará à luz outra vida, e deverá ter todas as respostas para perguntas que nunca lhe fizeram. Deverá saber decodificar choros e sorrisos, deverá aprender a observar, precisará desenvolver paciência e aceitar o fato de que pelos próximos anos, sua vida girará ao redor de outro ser. Será meio médica, meio psicóloga, meio professora, e tentará fazê-lo sem nunca perder a compostura. Deverá amar incondicionalmente a sua cria e esquecer dos próprios fantasmas e carências para dar o melhor de si na criação deste novo ser, que chega ao mundo sob sua responsabilidade. Tudo isso está implícito no papel de mãe. Mas como e quando surgiu tudo isso?

Algumas pessoas supõem que toda mulher nasce para ser mãe. Aprendemos que todas nascemos com o instinto maternal inscrito em nosso código genético e basta o surgimento de uma gravidez para que aquele instinto seja despertado e, com ele, entre em ação o manual de instruções da boa mãe. Neste manual encontramos, entre outras coisas, o mito do amor materno, sentimento puro e genuíno, que coloca a mãe acima de todas as coisas, e a leva a colocar o filho acima de todas as coisas. O mito do amor materno naturaliza e universaliza esse sentimento como inato à natureza humana, rejeitando sua verdadeira essência: a de sentimento humano e, como qualquer outro, incerto e frágil.

O mito da maternidade

Como todo e qualquer mito, este também foi criado por uma necessidade social. Até o século XVIII, as crianças nascidas na França eram entregues pela mãe à ama, que se tornava responsável por sua sobrevivência física, suporte emocional e humanização. Mas, muitas vezes, a entrega às amas era um "infanticídio" disfarçado: as crianças eram perdidas para sempre e pouquíssimos pais recuperavam seus filhos algum dia.

No final do século XVIII, porém, o Estado percebeu que as crianças eram, potencialmente, uma riqueza econômica, pois, no futuro, movimentariam a economia, gerariam mão de obra e recursos, ajudando o Estado a se afirmar como potência. Foi neste momento que se instituiu o mito da maternidade como vocação instintiva das mulheres e da mãe como imaculada, sagrada e incondicional. Com o objetivo de interromper esta entrega das crianças às amas, o Estado criou uma mobilização social utilizando argumentos para convencer as mulheres de que ser mãe é inerente à sua natureza, exaltando os benefícios do exercício da maternidade e os malefícios quando se escolhe não exercê-la. Criou-se, então, uma ideia de que o exercício da maternidade exige da mulher sacrifício e reclusão, que ela deve desempenhar com amor e bravura.

A natureza da relação entre mãe e filhos

Inegavelmente a relação mais importante para a constituição psicológica do ser humano, a relação entre mãe e filho é, ao contrário do que propagado socialmente e pela mídia, uma relação construída e não inata. O amor que uma mãe sente por um filho nasce, algumas vezes, quando ela toma conhecimento da gravidez. Já outras, a partir do nascimento, através do cuidado e da convivência com o bebê. O bebê, por outro lado, nasce geneticamente programado para amar e se apegar a essa figura que cuida dele desde que nasce, seja ela sua mãe biológica, madrinha, ama, babá ou empregada, por exemplo.

O ser humano, assim como alguns animais, é totalmente dependente do contato humano e do afeto para se desenvolver física e emocionalmente. No início do século passado, a mortalidade entre bebês vivendo em orfanatos na Europa e Norte América era de quase 100% da população. Estas crianças tinham todas suas necessidades físicas atendidas, mas não era permitido nenhum contato físico com elas, porque as pessoas pensavam que isso poderia transmitir doenças. Assim, elas morriam aos milhares. Quando em 1920 o Dr. J. Brenneman tornou obrigatório o contato afetuoso entre qualquer pessoa que entrasse na enfermaria e os bebês ali presentes, as taxas de mortalidade caíram drasticamente. Daí se concluiu que os seres humanos em tenra idade necessitam ter suas necessidades físicas atendidas, e que sem afeto tampouco são capazes de sobreviver. Apesar de ser uma relação idealizada desde a antiguidade como sagrada, em geral, não é fácil ser mãe nem ser filho. É comum ouvirmos desde pequenos que só entenderemos nossos pais quando formos pais, o que costuma ser verdade. Como filhos, é difícil nos colocarmos no lugar de nossas mães e avaliar suas decisões quando estamos crescendo, especialmente quando elas vão contra aquilo que queremos. Por outro lado, as mães precisam deixar de ser filhas dos próprios pais antes de poderem ser mães para os seus pequenos. Essa ideia parece complicada, mas não é. Em poucas palavras, isso equivale a dizer que não temos como carregar nossas carências enquanto filhos para a relação com a nossa cria e esperar, de alguma forma, que aquela relação seja uma reencenação melhorada da nossa própria infância.

O que é preciso para ser mãe?

Ao assumirmos o papel de mãe, precisamos nos colocar no papel de doadoras, enquanto nossos filhos serão os receptores: do nosso amor, da nossa orientação, da educação que lhes damos, das regras, da nossa compreensão, como um dia fomos de nossos pais, ou como deveríamos ter sido em seu momento. Justo ou não, toda a responsabilidade agora recai sobre os nossos ombros e disso dependerá a relação que teremos com nossos filhos no futuro. Toda e qualquer necessidade afetiva precisa ser resolvida de outra forma, em outro ambiente, para que possamos nos doar e criar uma relação sólida com nossos filhos de maneira limpa, sem resquícios de um passado que eles não viveram. Porém, infelizmente, muitas vezes carregamos as marcas deixadas por relacionamentos equivocados com nossos pais para todas as outras relações de nossas vidas, e nossos filhos não são uma exceção. Aqui é onde começa a maior parte dos problemas.

Como filhos, crescemos observando nosso modelo de mãe e usando-o como referência, seja daquilo que queremos copiar ou evitar. Às vezes, copiamos coisas que sempre criticamos, sem querer. Outras, observadores atentos que somos, aproveitamos o que acreditamos ter funcionado e corrigimos o que achamos que deveria ter sido feito de outra forma. De qualquer forma, nossa mãe (ou a que exerce o papel de) é nosso primeiro e principal modelo de referência. Queremos sua aprovação, seu carinho e sua admiração, então, inconscientemente acreditamos que copiando-a é a melhor maneira de consegui-lo. Escutamos atentamente aquilo que elas dizem ou parecem esperar da gente, e tentamos realizar aqueles objetivos, mesmo quando não são nossos. Apesar disso, em algum momento - geralmente no final da adolescência - sentimos que necessitamos encontrar nossa própria identidade e romper com aquela relação quase de espelho. Aqui, surgem os conflitos porque, muitas vezes, ao tentarmos encontrar nossa própria identidade fazendo tudo diferente do que aprendemos, vamos pelos caminhos equivocados. Mas não necessariamente nos preocupamos com isso: contanto que possamos confirmar para nós mesmos nossa capacidade de sermos diferentes estamos satisfeitos.

Como mães, não nos damos conta que podemos sufocar os filhos com nossas expectativas para eles. Recebemos sob nosso cuidado seres que desconhecem absolutamente o mundo, tentamos ensinar a eles tudo que sabemos ou achamos que irá protegê-los e, um dia, eles nos dizem que nada daquilo serve, e que eles vão fazer as coisas "à sua maneira". Essa atitude muitas vezes nos desespera, quando não deveria: Hora de dar asas aos filhos

Enquanto pais, é difícil aceitar a libertação dos filhos do nosso domínio e cuidado. Queremos que eles não cometam os erros que cometemos, então interferimos mais do que deveríamos. Doce ilusão: eles não cometerão os erros que cometemos. Cometerão os próprios erros e aprenderão com eles, independente do quanto queiramos protegê-los. Nossos bebês crescem e exigem independência sobre suas próprias vidas, sobre suas próprias famílias, e nos oferecem um lugar de observador de suas vidas, da arquibancada. Nos sentimos excluídos. Mal sabemos que nunca deixamos de estar presentes. Disfarçadamente, eles estão sempre nos observando em busca de nossa avaliação daquilo que estão fazendo. Estamos aprovando? Estamos reprovando? Ainda que estejamos em silêncio e sem interferir, nosso olhar, nossa expressão facial, nossos gestos, tudo é observado como dicas sobre o caminho que estão percorrendo.

Porque, se bem é verdade que sim, podemos seguir nossas vidas e tomar nossas decisões independente da opinião dos nossos pais, nos sentimos muito mais seguros e confiantes quando o fazemos com a aprovação deles. Porque, por menos que queiramos aceitar, poucas coisas são tão importantes para um filho como a aprovação de um pai ou de uma mãe. Poucos trabalhos são tão difíceis na Psicologia como liberar um filho dessa necessidade, ou minimizar a influência disso em suas vidas. Independente de idade, sexo ou estado civil, todos necessitamos da aprovação dos nossos pais.


Um dia, um exame de sangue, um resultado positivo e uma vida se transforma para sempre. Uma mulher tem adicionado à gama de papéis sociais que desempenha - namorada, esposa, filha, tia, madrinha, amiga - o papel de mãe. Em aproximadamente nove meses ela dará à luz outra vida, e deverá ter todas as respostas para perguntas que nunca lhe fizeram. Deverá saber decodificar choros e sorrisos, deverá aprender a observar, precisará desenvolver paciência e aceitar o fato de que pelos próximos anos, sua vida girará ao redor de outro ser. Será meio médica, meio psicóloga, meio professora, e tentará fazê-lo sem nunca perder a compostura. Deverá amar incondicionalmente a sua cria e esquecer dos próprios fantasmas e carências para dar o melhor de si na criação deste novo ser, que chega ao mundo sob sua responsabilidade. Tudo isso está implícito no papel de mãe. Mas como e quando surgiu tudo isso?

Algumas pessoas supõem que toda mulher nasce para ser mãe. Aprendemos que todas nascemos com o instinto maternal inscrito em nosso código genético e basta o surgimento de uma gravidez para que aquele instinto seja despertado e, com ele, entre em ação o manual de instruções da boa mãe. Neste manual encontramos, entre outras coisas, o mito do amor materno, sentimento puro e genuíno, que coloca a mãe acima de todas as coisas, e a leva a colocar o filho acima de todas as coisas. O mito do amor materno naturaliza e universaliza esse sentimento como inato à natureza humana, rejeitando sua verdadeira essência: a de sentimento humano e, como qualquer outro, incerto e frágil.

O mito da maternidade

Como todo e qualquer mito, este também foi criado por uma necessidade social. Até o século XVIII, as crianças nascidas na França eram entregues pela mãe à ama, que se tornava responsável por sua sobrevivência física, suporte emocional e humanização. Mas, muitas vezes, a entrega às amas era um "infanticídio" disfarçado: as crianças eram perdidas para sempre e pouquíssimos pais recuperavam seus filhos algum dia.

No final do século XVIII, porém, o Estado percebeu que as crianças eram, potencialmente, uma riqueza econômica, pois, no futuro, movimentariam a economia, gerariam mão de obra e recursos, ajudando o Estado a se afirmar como potência. Foi neste momento que se instituiu o mito da maternidade como vocação instintiva das mulheres e da mãe como imaculada, sagrada e incondicional. Com o objetivo de interromper esta entrega das crianças às amas, o Estado criou uma mobilização social utilizando argumentos para convencer as mulheres de que ser mãe é inerente à sua natureza, exaltando os benefícios do exercício da maternidade e os malefícios quando se escolhe não exercê-la. Criou-se, então, uma ideia de que o exercício da maternidade exige da mulher sacrifício e reclusão, que ela deve desempenhar com amor e bravura.

A natureza da relação entre mãe e filhos

Inegavelmente a relação mais importante para a constituição psicológica do ser humano, a relação entre mãe e filho é, ao contrário do que propagado socialmente e pela mídia, uma relação construída e não inata. O amor que uma mãe sente por um filho nasce, algumas vezes, quando ela toma conhecimento da gravidez. Já outras, a partir do nascimento, através do cuidado e da convivência com o bebê. O bebê, por outro lado, nasce geneticamente programado para amar e se apegar a essa figura que cuida dele desde que nasce, seja ela sua mãe biológica, madrinha, ama, babá ou empregada, por exemplo.

O ser humano, assim como alguns animais, é totalmente dependente do contato humano e do afeto para se desenvolver física e emocionalmente. No início do século passado, a mortalidade entre bebês vivendo em orfanatos na Europa e Norte América era de quase 100% da população. Estas crianças tinham todas suas necessidades físicas atendidas, mas não era permitido nenhum contato físico com elas, porque as pessoas pensavam que isso poderia transmitir doenças. Assim, elas morriam aos milhares. Quando em 1920 o Dr. J. Brenneman tornou obrigatório o contato afetuoso entre qualquer pessoa que entrasse na enfermaria e os bebês ali presentes, as taxas de mortalidade caíram drasticamente. Daí se concluiu que os seres humanos em tenra idade necessitam ter suas necessidades físicas atendidas, e que sem afeto tampouco são capazes de sobreviver.

Apesar de ser uma relação idealizada desde a antiguidade como sagrada, em geral, não é fácil ser mãe nem ser filho. É comum ouvirmos desde pequenos que só entenderemos nossos pais quando formos pais, o que costuma ser verdade. Como filhos, é difícil nos colocarmos no lugar de nossas mães e avaliar suas decisões quando estamos crescendo, especialmente quando elas vão contra aquilo que queremos.

Por outro lado, as mães precisam deixar de ser filhas dos próprios pais antes de poderem ser mães para os seus pequenos. Essa ideia parece complicada, mas não é. Em poucas palavras, isso equivale a dizer que não temos como carregar nossas carências enquanto filhos para a relação com a nossa cria e esperar, de alguma forma, que aquela relação seja uma reencenação melhorada da nossa própria infância.

O que é preciso para ser mãe?

Ao assumirmos o papel de mãe, precisamos nos colocar no papel de doadoras, enquanto nossos filhos serão os receptores: do nosso amor, da nossa orientação, da educação que lhes damos, das regras, da nossa compreensão, como um dia fomos de nossos pais, ou como deveríamos ter sido em seu momento. Justo ou não, toda a responsabilidade agora recai sobre os nossos ombros e disso dependerá a relação que teremos com nossos filhos no futuro. Toda e qualquer necessidade afetiva precisa ser resolvida de outra forma, em outro ambiente, para que possamos nos doar e criar uma relação sólida com nossos filhos de maneira limpa, sem resquícios de um passado que eles não viveram. Porém, infelizmente, muitas vezes carregamos as marcas deixadas por relacionamentos equivocados com nossos pais para todas as outras relações de nossas vidas, e nossos filhos não são uma exceção. Aqui é onde começa a maior parte dos problemas.

Como filhos, crescemos observando nosso modelo de mãe e usando-o como referência, seja daquilo que queremos copiar ou evitar. Às vezes, copiamos coisas que sempre criticamos, sem querer. Outras, observadores atentos que somos, aproveitamos o que acreditamos ter funcionado e corrigimos o que achamos que deveria ter sido feito de outra forma. De qualquer forma, nossa mãe (ou a que exerce o papel de) é nosso primeiro e principal modelo de referência. Queremos sua aprovação, seu carinho e sua admiração, então, inconscientemente acreditamos que copiando-a é a melhor maneira de consegui-lo. Escutamos atentamente aquilo que elas dizem ou parecem esperar da gente, e tentamos realizar aqueles objetivos, mesmo quando não são nossos. Apesar disso, em algum momento - geralmente no final da adolescência - sentimos que necessitamos encontrar nossa própria identidade e romper com aquela relação quase de espelho. Aqui, surgem os conflitos porque, muitas vezes, ao tentarmos encontrar nossa própria identidade fazendo tudo diferente do que aprendemos, vamos pelos caminhos equivocados. Mas não necessariamente nos preocupamos com isso: contanto que possamos confirmar para nós mesmos nossa capacidade de sermos diferentes estamos satisfeitos.

Como mães, não nos damos conta que podemos sufocar os filhos com nossas expectativas para eles. Recebemos sob nosso cuidado seres que desconhecem absolutamente o mundo, tentamos ensinar a eles tudo que sabemos ou achamos que irá protegê-los e, um dia, eles nos dizem que nada daquilo serve, e que eles vão fazer as coisas "à sua maneira". Essa atitude muitas vezes nos desespera, quando não deveria: com esse rompimento, eles geralmente são capazes de encontrar o próprio caminho, que costuma ser um meio termo entre nossos desejos para eles e suas vocações naturais.

Hora de dar asas aos filhos

Enquanto pais, é difícil aceitar a libertação dos filhos do nosso domínio e cuidado. Queremos que eles não cometam os erros que cometemos, então interferimos mais do que deveríamos. Doce ilusão: eles não cometerão os erros que cometemos. Cometerão os próprios erros e aprenderão com eles, independente do quanto queiramos protegê-los. Nossos bebês crescem e exigem independência sobre suas próprias vidas, sobre suas próprias famílias, e nos oferecem um lugar de observador de suas vidas, da arquibancada. Nos sentimos excluídos. Mal sabemos que nunca deixamos de estar presentes. Disfarçadamente, eles estão sempre nos observando em busca de nossa avaliação daquilo que estão fazendo. Estamos aprovando? Estamos reprovando? Ainda que estejamos em silêncio e sem interferir, nosso olhar, nossa expressão facial, nossos gestos, tudo é observado como dicas sobre o caminho que estão percorrendo.

Porque, se bem é verdade que sim, podemos seguir nossas vidas e tomar nossas decisões independente da opinião dos nossos pais, nos sentimos muito mais seguros e confiantes quando o fazemos com a aprovação deles. Porque, por menos que queiramos aceitar, poucas coisas são tão importantes para um filho como a aprovação de um pai ou de uma mãe. Poucos trabalhos são tão difíceis na Psicologia como liberar um filho dessa necessidade, ou minimizar a influência disso em suas vidas. Independente de idade, sexo ou estado civil, todos necessitamos da aprovação dos nossos pais.

A difícil arte da convivência entre mães e filhos Algumas vezes a desaprovação dos pais sobre atitudes dos filhos, sobre quem são ou como são se torna intolerável. Aqui é onde acontecem os cortes nas relações: filhos que deixam de falar com os pais, que precisam exclui-los de suas próprias vidas em uma tentativa desesperada de se permitir existir como uma pessoa diferente daquela que a mãe espera dele. Ato dos mais difíceis para um ser humano, às vezes a presença da mãe é tão opressora e imponente que não nos sentimos no direito de ser. Não podemos ou queremos atender às expectativas que tem para a gente - como filhos, pais, etc. - então usamos um recurso extremo: exercemos nosso direito de partir. Às vezes, o inverso também acontece, por motivos diferentes: pais que rompem contato com os filhos como uma tentativa última de fazer valer a própria palavra e vontade, recusando-se a mudar de lugar na vida da sua cria, rejeitando o papel de coadjuvante quando já foi ator principal.

O mais difícil dessa relação se encontra no processo de individualização de ambos os seres. Por ser uma relação que tem inicio de maneira absolutamente simbiótica, como um sendo parte do corpo do outro, é difícil principalmente para a mãe entender que aquele ser a quem deu vida é um ser diferente e independente dela. Muitas vezes, essa simples ideia soa como uma ofensa: "como independente se sem mim ele não teria nem mesmo existido?". É difícil para uma mãe aceitar a mudança em seu papel na vida de um filho - de protagonista durante os primeiros anos para coadjuvante na idade adulta. É difícil para ela não tentar resolver através de sua própria de maternidade as falhas trazidas da relação com a sua própria mãe. É difícil aceitar os limites impostos pelos filhos em sua participação em suas vidas. É difícil aceitar a obsolescência de suas opiniões. É difícil aceitar que eles crescem e formam novas famílias das quais elas não são mais o centro. É difícil entender que, apesar de tudo isso, o amor que um filho nutre por uma mãe é imenso e desconhece barreiras. Existe e sobrevive mesmo em situações adversas, apesar dos limites impostos, das distâncias, da idade, e de todo o resto. E pode ser fonte de conforto ou de muita dor.

Para um filho, muitas vezes é tão difícil ter uma mãe, assim como não tê-la. Querer essa mãe em sua vida, mas não da maneira como ela deseja e sim de uma maneira saudável, que lhe permita existir como pessoa, pode ser uma tarefa árdua. Especialmente por que, às vezes, essa maneira faz mal à ela e é terrível para um filho sentir-se causador do sofrimento da própria mãe. É difícil sentir-se no direito de conquistar e brigar pelo beneficio de ser uma pessoa diferente, separada, com outras opiniões, outra vida, outra personalidade e, ao mesmo tempo, sentir-se culpado por isso, por saber que isso causa dor à mãe. É difícil tanto para mães quanto para filhos saber quando renunciar a uma discussão ou briga, por reconhecer que não poderá fazer o outro entender o seu ponto de vista, e decidir dar um passo em direção a um ponto médio.

Saiba a hora certa de ceder

Mas essa é uma relação geralmente cheia de extremos e de pontos médios. Fundamental e básica para qualquer ser humano, a relação entre mãe e filhos pode ser um oásis num deserto ou uma disputa eterna de individualidades. Atravessada por um amor que costuma ser incondicional de ambas as partes, não é uma relação imune a conflitos nem que está finalizada. Como toda e qualquer outra relação, é passível de ser melhorada sempre, e oferece incríveis oportunidades de aprendizado e crescimento para ambas as partes. Como toda relação humana, é construída a quatro mãos: depende de dois para crescer, existir, e se fortalecer. Algumas vezes, mães cedem em função dos filhos, afinal, elas estão acostumadas a fazê-lo porque entendem a falta de experiência ou maturidade daquele ser que, assim como ela, ainda está em desenvolvimento. Outras vezes, cedem os filhos em função das mães, porque a idade as tornou mais duras e inflexíveis em suas opiniões e há brigas que não valem a pena.

Independente de quem decida ceder e quando, com o crescimento dos filhos e o amadurecimento das mães, é importante cultivar um diálogo maduro e aberto. A ideia é superar os medos infantis de punição ao expressar os próprios sentimentos, ou de ofender os pais, porque são as coisas não ditas ou ditas sem respeito que costumam criar mágoas e distâncias. É só através de um diálogo sincero e amoroso que podemos crescer e permitir ao outro crescer, abertos, conscientes de que nenhuma das partes está imune a erros e que ambos precisam contar com a capacidade de perdoar do outro, para que o tempo fortaleça os vínculos da relação.
Esta matéria foi útil para você? Espero que sim ainda não estou nessa fase mas minha mãe está e é meio complicado que só tem filhos que batem até na mãe e uns mandam até se fuder desculpa da palavra mas é realidade porque é muito complicado a relação entre pais e filhos obrigada e uma bela tarde*

Entendendo os conflitos entre mães e filhos

Por que nossas relação com nossos pais é tão complicado , ainda não estou nessa fase vai demora um pouco porque meu filho só tem 4 anos mas eu tenho um irmão e tenho uma amiga que seus dois filhos que ela criou bateu nela porque isso meu Deus se agente planeja eles e fazem isso com meu irmão minha mãe jogou na cara ele retrucou então fui na net entende porque  disso tá ai o motivo vamos lê:[
Brigas podem ser amenizadas e oferecem oportunidades de aprendizado

27 de mai de 2014

tipos de família*

  Autoritária:
  Pobreza de diálogo. atitude moralista controle excessivo , esmaga o poder de decisão dos filhos e não promove autonomia.
 

        Democrática
  Abertura e diálogo com os filhos, trabalha através da negociação, dosa o amor e limites; Filhos tomam decisões responsáveis, usa autoridade e não autoritarismo.
      Permissiva:
 Não estabelece limites, Liberdade definitiva, ausência de controle, Sem fronteiras nítidas de certos ou errado, Presença de pais sem significados uma bela tarde e tudo de bom

26 de mai de 2014

Trago um look que está me chamando atenção bastante *

Olá tem um look me chamando bastante atenção é da princesa de Londres bastante bonitas as roupas dela vamos vê comigo: Esse vestido com o cintinho modelando a cintura super romântico Esse três look super legais com vestido super confortável a bolsa combinando com a roupa e o casaquinho sobre sai se ela for pro um evento social porque ela faz muito eventos sociais e calça comprida combinando com a bata e jaqueta ficou muito bacana
escolhi esse três vestidos porque achei lindo caiu muito bem nela e a simplicidade que ela tem a elêgancia de uma princesa esse são seu look do dia a dia delas espero que tenha gostado um pouco da moda da princesa tem muita  coisa legal de vestir uma belo dia e tudo de bom*

Hoje ele foi pra escola segundona*

Meu pimpolho foi pra escola hoje arrumei ele um frio ainda estamos na estação do outono e fazendo aquele frio da dó de levanta ele mas tem que ir pra se acostumar e não perde a vaguinha dele que fiquei o ano todo atrás 7 ás 12 horas um belo dia e tudo de bom, fui busca ele na escola está começando a chover aumentei os passinhos e voltamos ele até dormiu ele vem tomando seu banho na escola comendo direitinho e está gostando da escola graças a Deus que meu pimpolho esta gostando mas o que não muda é o tal do pa papa isso não muda, mas são fases da vida da criança que tudo vai passa daqui pouco vai está grande com outras ideias

Moda diária*

Nem precisa fala que adoro a roupas delas parece um pouco comigo estilo largadinha adoro

Moda de Inverno*

Os Blazers sempre em alta nessa estação de friozinhoe a sandália como sempre nunca sai de moda e as sapatilhas também serve pra qualquer ocasião.

Hoje vou de novo fala de família*

Funções da Família:


 Cuidadora: 
* Prover necessidades básicas alimentação, estudo, lazer, vestuário, entre outros ( função familiar geralmente confundida com satisfação de desejo da criança) 


 Protetora:
*Forma laços afetivos: Desenvolver segurança emocional; Procurar elevar a auto-estima positiva: Respeitar as características individuais.

Socializadora: * Transmitir valores éticos, morais e espirituais, através de modelos pessoais ( Pais como modelos positivos ou negativos).

25 de mai de 2014

A família e a sua importância.

Como uma instituição importante na construção de valores éticos , morais e espirituais, a família é portanto,  responsável pela formação de padrões de comportamento. Não há instituição que a substitua no aspecto afetivo e na socialização do indivíduo. Tudo o que é realizado por outra instituição tem caráter complementar.
Ela é o primeiro nível na construção da auto imagem( primeiro modelo).
A família deve encontrar espaço para diálogo,  na busca de superação de problemas,  conflitos e na construção cotidiana do respeito mútuo,  alicerçando comportamentos e valores. Deve promover um ambiente de afeto,  proteção e de aprendizagem fornecendo "alimento nutricional" indispensável à formação de padrões positivo de comportamento,  através das seguintes funções:cuidados: cuidadora,  protetora e socializadora.


"A falta do não e o exagero do sim impedem a criança de desenvolver valores relacionais"     Icami Tiba.

Mas uma meta que está sendo executada*

Mas uma meta sendo executada , essa meta é da de tudo ao meu filho que ele COMESSE de tudo de comida está indo ele gosta muito é de galinha eu sei que ele tem 4 anos mas ficava com medo de da de tudo mas falei pra mim mesma que 2014 ele iria comer de tudo estamos comendo eu também estou no mesmo barco que ele comendo de tudo è bom comer sempre coisas novas e agente adora*

Meu amor filhote Traquina*

Mãe tira uma foto ai filho tá sua foto beijos meu bebê

Tema de hoje : Família.

Hoje vim fala um pouco do papel família .
 A família ,como instituição está sujeita ás influencias que a realidade cultural e histórica determinam e por isso, frequentemente vem atravessando crises. No entanto, tem se mostrado uma instituição muito resistente , capaz de adaptar-se  e a sobreviver a esses diferentes momentos.  Porém,  novos valores e  paradigmas se impõem em relação a família. 
Muitas foram as mudanças na estrutura da família,  mas a qualidade dos vínculos afetivos e a crença em valores positivos permanecem nas raízes da construção do caráter humano.  
A família é base de tudo,  até a próxima vez .

24 de mai de 2014

Bom dia, ainda não me acostumei com idéia de mãe da um certo medo.

Oi, em primeiro lugar gostaria de dizer um bom dia,  e agora conta um pouco da idéia de ser mãe , sempre sonhei se mãe desde mas nova e antes dos 30 tenho quase 34 anos e mamãe de um ser que Deus colocou no meu caminho ele é minha vida meu ar que eu respiro , cuido dele sozinha sou separada do pai dele desde que soube que eu estava grávida,  não deu certo e me separei não pensei duas vezes , até hoje o pai dele tem essa raiva , mas o que ele vez tratou logo de arrumar outra e ter outro filho e meu e cuido sou uma mãe de primeira viagem,  e Deus vai me ajudando sem ele acho que não saberia cuida de meu traquina tenho meus medos ainda mais quando ele cai doente ou vai para escola morro de saudades e preocupação fico nervosa chego a me estressa , e agora que ele saiu de uma pneumonia , será que ele está descalço ou se machucou é complicado sou uma mulher neurótica de mais e agora a pediatra dele passou 3 exames da alergia por só vive com nariz ruim uma ultra som porque deu infecção nele novamente repetir o exame , mas deu aa a mesma coisa eu fiz pela 3 vez pra ver se não tem algum engano porque a a infecção é de mulher ele é menino e não menina e outro exame e para ver a firmose criança é cheia de coisas , fico preocupada com ele muito pequeno para essas coisas sofro antes do tempo , e todos os dias agradeço pela sua vida e por me ajudar a cria ele só adoro muito meu filho,  meu amigo do coração sinto que mas do que um filho que ele é muito importante na minha vida como se fosse de outra vida algo mágico que eu não sei explicar ele foi a melhor coisa que eu já fiz em toda toda minha vida , obrigada senhor por colocar no meu caminho e por me ajudar a cria ele comigo , sei que não é fácil mas o senhor me ajudar.

Mamãe fecha a porta*

Boa tarde,  hoje ele foi no banheiro e fala pra você fecha a porta é vê que meu filho que já foi um bebê e hoje está crescendo da um medo mas sabe que ele crescer rápido e faz você para um minuto , que ele vivia em seus braços e ainda vive mas cada dia que passa ficando mais independente sabendo o que quer é deixar você feliz , e disse que ainda dou para o gasto que não sou uma mamãe legal e que cada dia mais aprendendo com ele a cria sei que não dou pra coisa , mas tento fazer o meu melhor sei que erro porque sou humana e todos eram mas vê ele crescendo dando trabalho e com saúde,  educação não nego que eu sou meia mole deixou passa certas coisas ,  sei que agente tem que ser firme com ele é pro bem dele tento criar ele pro mundo , mas dói é claro porque não quero que o mundo maltrate ele , mas é assim criamos para vida la fora e perceber que ele está crescendo é muito legal adoro ser mãe dele obrigada por Deus te colocado ele em meu caminho uma bela tarde e tudo de bom pra vocês,  Nelinha.

Tag : manutenção da Beleza.

Olá eu vi uma tag no blog da byfafellha  resolvi fazer aqui espero que gostem , vamos lá responder quem quiser é só copiar.

1 – Qual é a frequência com que você lava os cabelos?
  2 vezes por semana , mas lavo bem direito pra sair toda sujeira do cabelo.
  2 – Qual foi a última coisa que você fez no salão?
 Foi ano passado antes do natal de 2012 , faz muito tempo mesmo que não no salão fazer meu cabelo , um tempo só para mamãe aqui.
3- Como você se depila? 
Meu presto barba para mulher. 
  4 – De todos os itens de maquiagem, qual é seu indispensável?
 Batom não pode falta e um perfume né , fica fedendo não da.
5 – Você acha que quando estiver mais velha abrirá mão de algum tipo de make-up?
  Não , pra disfarça as olheiras e as ruguinhas.
  6 – Você prefere seu cabelo no dia em que lavou ou no dia seguinte?
 No dia seguinte fica muito melhor.
  7 – Com que frequência você dorme sem tirar a maquiagem: nunca, às vezes ou quase sempre?
Não durmo de maquiagens.
8 – Em média você leva quanto tempo para se aprontar?
Meia hora , não demoro muito.  
  9 – Você se arruma no carro, se sim, o que é mais difícil de usar/passar?
 Não , em casa mesmo por seria um pouco complicado.
  10 – Você se acha naturalmente bonita? Sairia na rua sem make?
 Me acho toda mulher tem que se sentir bem claro que as vezes agente se acha feia , mas é normal e de toda mulher , e se sairia sem make é claro quantas vezes já sai que minha mãe já falou passa pelo menos um batom . 
Essas foi a tag espero que tenham gostado foi do blog da byfafella tudo de bom , Nelinha* 

 

Hoje esta chovendo dando uma geral no blog e no Face*

Está frio hoje estou dando uma geral aqui na net arrumando algumas coisas que esta atrasadinha e vendo meu filhote jogando o jogo do tom , só não gosto quando ele joga de arma mas eu tento tira e fica complicado de tira eu falo português ele entende Francês como pode nos entender grita não adianta fala meu pimpolho está crescendo e se comportando como um de 2 anos

23 de mai de 2014

Bolinho de mandioca com carne-seca

Tempo de Preparo: De 30 minutos a 1 hora
Porções: Servem 5 pessoas ou mais
Tipo: Aperitivo

Ingredientes:
  • 300 g de carne-seca
  • meio quilo de mandioca sem casca
  • meia xícara (chá) de maionese HELLMANN’S
  • 1 ovo
  • 1 colher (chá) de sal
Para untar:
óleo
 
Modo de preparo:
  1. Na véspera, coloque a carne-seca em uma tigela e cubra com água para dessalgar. Troque a água por 3 vezes.
  2. Coloque a carne-seca em uma panela, cubra com água e cozinhe por 10 minutos. Espere amornar e desfie. Reserve.
  3. Cozinhe a mandioca em água até ficar macia. Escorra e amasse com o garfo ou passe por um espremedor de batata.
  4. Preaqueça o forno na temperatura média (180ºC).
  5. Unte uma assadeira grande (40 x 28 cm). Reserve.
  6. Em uma tigela grande, coloque o purê de mandioca e acrescente a maionese HELLMANN’S, o ovo, o sal e a carne-seca desfiada.
  7. Com o auxílio de 2 colheres (sopa), modele os bolinhos e coloque-os na assadeira reservada. Leve ao forno por 20 minutos ou até dourarem levemente.

TrÊs de modelos de sapato pra vocês*

  Espero que gostem e obrigada e uma bela tarde

Meu filho é louco por esse jogo

Meu filho é doido por esse jogo dedico a ele meu traquina

Minhas metas para 2014*

Boa tarde estou cumprindo as minhas metas desse ano está devagar mas eu chego lá tem que se com calma pra que saia tudo certo e não de errado umas das metas desse ano foi fazer com que o pai de meu filho viesse v}e ele graças a Deus ele veio apesar de nossas brigas ele veio e agora estou indo para outra meta assim que cumpri eu conto para vocês minha queridas e meu queridos amigos Que Deus me de saúde e oportunidade para cumprir se falta é porque não deu obrigada e tudo de bom

Dizem que a vingança é um prato frio que se come&

Tantas coisas que o pai de Samuka me fez que ficou aquela magoa , mulher ofendida falam esquece isso você morre ele fica ai mas sempre fica aquela magoa dele parece que nunca passa mas sei que um dia irá passa e magoa não ficara mas em meu coração só de pega o negocio dele meu deu tanta alegria que um parte da magoa sumiu não dizem que a vingança é um prato frio que se come , mas eu me arrependi do que eu fiz já fiz já era ele me fez tanta coisa que será que valeu a pena eu pega não sei só o tempo dirá Quando não podemos gozar a satisfação da vingança, perdoamos as ofensas para merecer ao menos os louvores da virtude.

22 de mai de 2014

Testando detergente no cabelo&

  Outro dia meu Shampoo tinha acabado na hora que ia lava o cabelo sabe que eu fiz passei esse detergente de coco deu um brilho danado e passei o condicionador da Monanger e outro creme só que agora como eu comprei o shampoo antes eu passo o detergente de coco para lavar e depois o shampoo não fez nenhum mal meu cabelo me deu foi brilho eu gostei uma bela tarde e tudo de bom eu lavo o meu rosto até depois eu passo outras coisas de rosto faz fica macio e muito mas obrigada pela sua visita

Hoje meu pimpolho veio me acorda cedo*

Mãe estou com dor na barriga , lá fui eu da o remédio pra gazes e depois ele veio com historia de liga a televisão e fica brincando é mole esse menino agora acordei cansada mãe mãe é isso não dorme  mas , não come direito , toma banho rápido e assim vai um belo dia meu queridos

Moda Kardagens

Nessa estação agente se arruma muito bem fica mas bonita , não é que no verão também não tenha roupa bonita é que nessa estação as roupas ficam muito mas lindas de vê Espero que tenham gostado muito obrigada e tudo de bom

21 de mai de 2014

Moda do rio de janeiro.

Boa tarde,  gostaria de amostra 4 look para balada , espero que gostem essa é moda da cidade do Rio de Janeiro espero que aproveitem amanhã eu trago de outra cidade.

Hoje meu piolho foi pra escola*

Hoje ele foi para escola por enquanto tá indo tudo bem graças a Deus que continue assim gostando da escola de 7 as 12 horas tá tendo greve de tudo aqui no rio e por isso está saindo cedo

20 de mai de 2014

Do meu parceiro Alan Modas*

Do meu amigo Alan modas quem quiser vê mais só ir no face dele Alan modas espero que tenham gostado vai lá cada modelo mais bonito que o outro*

Um vlog de Samuka na vila*


Uma bela noite tudo de bom meus amores*

Um modelos pra essa estação que faz agente se vestir melhor *

Long Sleeves Lapel Double-breasted Beam Waist Voile Stitching Plicated Ruffles Long Edition Ladylike Women's CoatLindo não é mesmoSophisticated V-Neck Double Breasted Bow Tie Belt Long Sleeves Cotton Blend Women's Coateu adorei esse look super bonito pra essa estação que estamosLong Sleeves Stand Collar Double-breasted Pockets Beam Waist Epaulets Ladylike Women's Coate essa jaquetinha com esse short essa blusinha branca básica mas pode se outra cor preta vai de vocêElegant Turn-Down Collar Fake Fur Embellished Long Sleeve White Coat For Womenuma pena que não da pra agente usar esse tipos de roupa mas que é lindo é esse brancoStylish Stand Neck Long Sleeves Special Collar Design Solid Color PU Leather Women's Jacketmelhor eu para por aqui se não eu fico o dia todo amostrando os look pra vcs

Look do dia de hoje é esse aqui*

Um vestido preto com um casaquinho e uma sandália pink espero que tenham gostado do look serve pra sair com amigos pra balada e até mesmo pro shop com o casaquinho você vai tá super linda um belo dia e tudo de bom meus amiguinhos , Nelinha*

Tomando um sol na vila *

Tomando o sol da manhã e correndo fazendo exercícios eu dizendo calma filho vai com calma

Hoje ele não foi pra escola*

hoje vou levar ele para outro lugar , gente eu passei um perrengue fique toda preocupada mas já passou nunca mas e faço isso mulher é bicho burro mesmo.

Look pro dia a dia*

Bom dia hoje trago uma moda básica que todo mundo adoraKim Kardashian - In France With Kanye Weste todo mundo adora roupa pratica não é Kim Kardashian - Black Sheer e dessa vez a tranparência  esta vindo com tudo , obrigada e um belo dia , Nelinha

19 de mai de 2014

Depois que o pai foi embora , a rotina volta ao normal*

Acreditem que desde que fiz aquilo de pega o pen drive ele não ligou pro meu filhote pra saber como ele está , meu filho não tem nada vê com isso é um tosco mesmo depois dele ir embora a rotina voltou ao normal Sasa foi pra escola hoje ele foi de 7 horas até 11 horas almoçou a Diretora junto com a professora conversaram comigo pra deixa ele mas solto porque as coisas acontecem mas quem é mãe sempre fica preocupada

18 de mai de 2014

Eu briguei com o pai que paga o pato é o filho*

Como contei aqui ele veio na minha casa e brigamos os dias todos que ele ficou e fiz uma pra que que ele ficou com raiva e agora desconta não liga para o filho mas eu fiz pensando em meu filho futuramente vai ser melhor para ele , eu peguei o pen drive dele contando um monte de informações sobre ele e pro juiz isso é muito bom era tudo que eu presicava pra justiça,  só que ele descobriu muito rápido e agora quer de volta isso e parou de ligar para falar com meu filho ele vem pra cá pra ver o meu filho , tendo outra pessoa morando junto e veio com conversar que eu estava com uma outra pessoa que direito tem ele , mas voltando a história do pen drive me chamou de ladra , é roubo , é mas se que eu vou ajudar ao meu filho , já que ele não da uma mesada direita pro meu filho , eu sei que errei mas ele como pai não deveria descontar no filho , já que meu filho ficou tão agarrado com ele quem paga é meu filho , ele é quem sabe se no futuro o que eu fiz valeu a pena não sei só saberei se foi bom quando eu chegar até o fim ele , pediu isso já que debochou de mim chama dando eu de feia , me fez o mal que eu fiquei doente por causa dele perdi 10 quilos e me querer fazer de novo não agora é só esperar os próximos capítulos.

Look de domingo*

Kourtney Kardashian - Fashion Diaries Before After

17 de mai de 2014

Uma magoa que não passa , como limpar essa magoa?

Exercício para limpar as mágoas do coração: mágoas que nunca passa tenho uma mágoa tão grande do pai de meu filho que chega doer o meu coração enquanto ele estava aqui só brigava parece que era um cão e uma gata brigando e jogando tudo que ainda me machucaFaça o exercício de imagens mentais sugerido abaixo e permita que uma reprogramação positiva seja gravada em seu inconsciente.

Sente num ambiente calmo e tranqüilo. Os pés devem estar firmes no chão, as mãos colocadas sobre as pernas e os olhos fechados do começo ao fim.
Seu dedo indicador busca fora os agentes de sua infelicidade.
Veja seu dedo indicador acusando as pessoas que lhe fizeram mal.
Respire uma vez e veja agora seu dedo indicador abrindo em seu peito um zíper imaginário e retirando para fora o seu coração.
Veja este coração envolto numa coroa de espinhos.
Retire esta coroa de espinhos e atire-a para o vazio do Universo, sabendo que acabou de tirar de você as magoas e as dores que o mundo lá fora deixou.
Volte o seu coração ao lugar dele, feixe o zíper imaginário e aponte seu dedo indicador para a Luz Divina que renova e te ensina a perdoar.
Então respire e abra os olhos

Repita o exercício por 3 ciclos de 21 dias respeitando um intervalo obrigatório de 7 dias entre cada ciclo.

DICA: Para fazer os exercícios com imagens mentais sem ter que ficar lendo ou decorando você pode gravá-los numa fita e apertar o play sempre que quiser faze-los. Desta forma você garante o mesmo comando... Afinal, você sabe que a mente aprende por repetição. Não foi assim que você aprendeu a tabuada? Fica ai a dica tanto para euzinha aqui como para aqueles que ainda tem uma mágoa no coração
Exercício para limpar as mágoas do coração

Boa noite*

Hoje ele acordou procurando o pai , cadê o papai ele foi trabalha é de corta o coração mas te que assim somos separados a muito tempo ele já tem até outra família e pro meu filho tem que que ser quando ele quiser vê é uma pena mas a presença de um pai eu vi faz toda diferença