14 de out de 2013

Um poema para meu Samuka *














E foi assim que tudo em mim parou,
Quando te vi chegar toda de branco.
O meu olhar cobriu-se do teu manto,
O meu passado, ao longe, transbordou.
Ai que saudade eu tenho de sentir
O arrepio dos dias congelados.
Que bom que era tu ali, do meu lado,
E eu, traquina, a tentar-te iludir.
Tu aguardavas o meu toque alquimista,
Como quem espera uma estrela cair.
Eu, encantada, deixava sacudir
Tanta beleza...a perder de vista!
De mãos estáticas, quase a perecer,
Não desistia do retoque final:
Uma cenoura …era divinal.
A neve firme. Eu, a derreter Queria dedica esse poema pro meu traquina que é meu filhote abençoado por Deus filhote seja quem você é do jeito que tu veio para mim seu amor é verdadeiro tão puro como uma agua cristalina\ e mamãe te ama muito só não gosta das suas pi arrasas que você sisma em fazer
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