13 de jun de 2013

Bulimia - entenda quem sofre desse mal


quem sofre de bulimia


A bulimia é uma doença séria que requer muita atenção. Muitas mulheres, principalmente as mais jovens, acreditam que a bulimia é uma forma de emagrecimento, para se obter o corpo tão desejado.
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Mas na verdade ela é um transtorno alimentar que em alguns casos pode levar a pessoa a sérios riscos de saúde.A bulimia nervosa é caracterizada pelo descontrole exagerado da pessoa que come muito em um curto espaço de tempo e logo após a ação, procura vomitar tudo o que comeu, ou mesmo evacuando através de medicamentos (como laxantes e diuréticos), tudo com a finalidade de não ganhar peso. Isso acaba se tornando uma obsessão pelo controle do peso e a pessoa acaba fazendo disso um hábito, geralmente vomitando todos os dias, sempre depois de comer.
É bom destacar que no caso da pessoa que sofre de bulimia, não é a magreza que chama a atenção. A aparência de uma pessoa bulímica é praticamente normal, diferente do que acontece com as anoréxicas, onde é notável a extrema desnutrição. Mas a diferença não pára por aí. Veja as principais:
Sintomas - A principal forma de diagnosticar se uma pessoa sofre de bulimia ou não é observar suas características. Geralmente a pessoa tem vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e autoestima baixa, sempre procurando esconder dos outros seus problemas. Geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima; realizam inúmeras tentativas de dieta; seu estilo de vida se torna estranho, pois tentam adaptar as tarefas comuns aos episódios de autoindução do vômito, logicamente feito às escondidas das outras pessoas. Também ocorre predominantemente nas mulheres, no geral adolescentes.
Só que o ato de induzir o vômito constantemente não é só uma conduta incomum. Ela pode provocar sérios problemas à saúde. A pessoa perde não só o que comeu ao vomitar, como também os sucos digestivos, o que pode acarretar um desequilíbrio no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequado dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionando. O intestino também pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes, como constipação crônica, hemorróidas e dores abdominais. E as repetidas passagens do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago podem provocar sangramentos.

Existem formas de tratamento combatidas com antidepressivos, como os tricíclicos e outros específicos, que apresentam uma melhora similar a dos primeiros, porém melhor tolerado pelas pacientes, por terem menos efeitos colaterais. Mas há casos em que as pacientes já tem uma grande melhora apenas com psicoterapia individual, apresentando uma remissão completa (sem mais sinais de atividade da doença detectáveis).
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